Alvéola-amarela (Motacilla flava)


Alvéola-amarela (Motacilla flava)

A Alvéola-amarela (Motacilla flava) é a mais vistosa das três espécies de alvéolas que visitam o nosso país. Todas elas estão agora a nidificar por cá e são relativamente fáceis de encontrar por aí.

Sempre a movimentar a cauda para cima e para baixo, tem como cor predominante o amarelo, tal como o nome indica.

É um passarinho muito lindo com o qual convivi de muito perto, na minha infância, pois nidificava, ano após ano, nas proximidades da casa onde fui criado. Por isso, nutro uma especial simpatia por ela.

Alvéola-amarela (Motacilla flava)

Mais uma Super-Lua


Super-LuaSuper Lua – 20-03-2019

Mais uma Super-Lua. A terceira deste ano, o que dá, até agora, a bonita média de uma por mês.

Mas não se iluda, só haverá outra daqui a um ano. Dizem os astrónomos que será no dia 9 de março de 2020.

Como sempre, nasceu deslumbrante, ainda que com algumas nuvens a lhe roubarem, de vez em quando, uma pequena parcela do seu esplendor…

Lagartixa-do-mato-ocidental (Psammodromus manuelae)

Lagartixa-do-mato-ocidental (Psammodromus manuelae)

A Lagartixa-do-mato-ocidental (Psammodromus manuelae) é uma espécie endémica da Península Ibérica, existindo em todo o território português e parte de Espanha.

Tem uma parente no norte de África (Psammodromus algirus) de que se individualizou há muitos, muitos anos. Na ordem dos 2 a 3 milhões, segundo os cientistas que a têm estudado.

Como é evidente nestas duas fotografias, pode apresentar diversas cores e tonalidades dependendo da época do ano e do local onde vive. Em qualquer dos casos, é sempre muito bonita.

Estes dois exemplares foram ‘apanhados’ em dois locais que distam uma meia dúzia de quilómetros um do outro, nas faldas da Serra de Monchique.

Lagartixa-do-mato-ocidental (Psammodromus manuelae)

Uma Lua Super em Fevereiro


Super LuaSuper Lua – 19-02-2019

A maior Super Lua deste ano, pouco depois de nascer no princípio desta noite, entrou pela minha máquina adentro e pasmei.

Por muitas voltas que dê em redor de nós e tão perto do nosso planeta em termos astronómicos, este romântico astro continua a exercer sobre mim a mesma atração de sempre.

Como muitos outros ‘afilhados’ continuarei a chamar-lhe ‘madrinha’, fascinante ‘madrinha’ Lua…

Abutre-de-Rüppell ou Grifo-Pedrês (Gyps rueppellii)

Abutre-de-Rüppell ou Grifo-Pedrês (Gyps rueppellii)

Abutre-de-Rüppell ou Grifo-Pedrês (Gyps rueppellii) é uma ave com uma envergadura invejável. Um adulto chega a medir 2,6 metros da ponta duma asa à ponta da outra.

Tem uma aptidão especial para voar a grandes altitudes – na ordem dos 6.000 metros… – e costuma agrupar-se em bandos que, por vezes, ultrapassam os 2.000 indivíduos.

Uma outra curiosidade, segundo consta, é que o seu pescoço passa de rosa a púrpura quando o animal se excita.

O resto está à vista…

Abutre-de-Rüppell ou Grifo-Pedrês (Gyps rueppellii)

A vida é uma passagem…

Parafraseando os ‘Jafumega‘ na sua canção ‘Ribeira‘, diria que a vida é uma passagem para a outra margem.

Mas há quem passe pela ponte, com vista para o horizonte florido; quem atravesse de barco, a vau ou a nado, lutando contra a força da corrente; e quem seja impiedosamente arrastado pelas águas revoltas e atirado ao fundo da ribeira ou, em alternativa, depositado no lugar mais inóspito da margem oposta…


Alqueva

Abelhão (Bombus terrestris e Bombus lucorum)

 

Abelhão (Bombus terrestris)

O Abelhão  (Bombus terrestris), Mamangaba para os brasileiros, é uma abelha amigável de maiores dimensões do que a abelha vulgar.
Apesar do seu tamanho, não consta que alguma vez tenha molestado alguém. Pelo menos, que eu saiba.
Tem uma vivência relativamente solitária e desenvolve-se em pequenos agregados que, ao que dizem, nunca excede os duzentos indivíduos.
Seria interessante escalpelizar o seu relacionamento social mas não cabe aqui contar essa história. Fica para outra oportunidade…

Abelhão (Bombus Bombus lucorum)

Carriça (Troglodytes troglodytes)

A Carriça (Troglodytes troglodytes) é uma das mais pequenas aves que temos na nossa avifauna, pois não excede os 10 cm de comprimento.

O seu nome científico designa-a como habitante das cavernas, certamente porque tem o hábito de andar metida em buracos e lugares escusos na caça a artrópodes de que se alimenta.

Todos a conhecemos, no mínimo, pelo seu canto, simultaneamente melodioso e estridente, pois, nos seus tempos livres, não faz outra coisa que demonstrar os seus dotes musicais, pousada num qualquer lugar fresco e protegido.

É o macho que constrói o ninho para o oferecer à sua amada como dote. Ou melhor, constrói vários e dá-lhe a escolher. Ela decidirá segundo as suas preferências…

Carriça (Troglodytes troglodytes)

Galinha-de-água (Gallinula chloropus)

Galinha-de-água (Gallinula chloropus)
Galinha-de-água (Gallinula chloropus)

A Galinha-de-água (Gallinula chloropus) é uma ave aquática que se pode observar em muitos rios e ribeiras, barragens, lagoas e até charcas. Tem um bico inconfundível de que sobressaem as cores vermelho e amarelo intenso.

Galinha-de-água (Gallinula chloropus)
Galinha-de-água (Gallinula chloropus)

É muito territorial e extremamente agressiva para com os intrusos pelo que são constantes as lutas entre concorrentes da mesma família.

Galinha-de-água (Gallinula chloropus)
Galinha-de-água (Gallinula chloropus)

Curiosamente essa agressividade contrasta com a meiguice e carinho com que trata das crias que, assim que nascem, começam logo a explorar as redondezas do ninho que, habitualmente, está localizado no meio dum reservatório ou curso de água.

Tem um ‘parente’ muito chegado, o Galeirão-comum (Fulica atra), que frequenta o mesmo habitat e tem comportamentos muito semelhantes, de que oportunamente apresentarei também algumas fotografias.